Alojamentos de um dos três canteiros de construção de Belo Monte, em Canais Foto 2 No morro ao lado de Canais, telefone celular de operário fixado para manter sinal Foto 3 Operário fala com a família usando celular de operadora sem sinal nos canteiros Foto 4 Refeitório no sítio Belo Monte, um dos vários construídos na obra, que emprega 25 mil operários e engenheiros Foto 5 Trabalhadores jogam pingue-pongue e pebolim na área de lazer do alojamento de Canais Foto 6 Operários jogam dominó no setor recreativo do alojamento de Canais

[SEQUÊNCIA DE FOTOS QUE COMEÇA COM NOTURNA DE PEDREIRA] Foto 1 Visão noturna da obra no sítio Belo Monte, que funciona 24 horas por dia Foto 2 Armador carrega vergalhão entre ferragens de estrutura que será concretada junto da casa de força principal, em Belo Monte Foto 3 Operários preparam ferragens para concretar berço de 1 das 6 turbinas de Pimental Foto 4 Montador trabalha na armação de 1 das 19 colunas do vertedouro de Pimental Foto 5 Vista aérea do sítio Pimental; à esquerda, trecho do rio Xingu que será barrado em 2015 Foto 6 No sítio Belo Monte, estrutura para abrigar 18 turbinas principais é escavada em rocha

[VIDEOLOOP DA TURBINA GIRANDO] Na fábrica da Alstom em Taubaté (SP), começam a ser montadas 7 das 18 turbinas de Belo Monte, que têm mais de 300 toneladas de aço inoxidável (como esta) [CRÉDITO] Eduardo Knapp

[SEQUÊNCIA DO CANAL] O canal para desviar água do Xingu, revestido de pedra, tem 20 km de comprimento e 200 m de largura

[FOTO AÉREA DE ESTRADA/BARRAGEM] Barragem de terra e pedras em Pimental que tem 5 km de extensão e já fechou um dos canais do rio Xingu

CAPÍTULO 2 – AMBIENTE A Volta Grande do Xingu

[OLHO PARA ABERTURA DO CAPÍTULO O barramento do Xingu vai diminuir a vazão da chamada Volta Grande, com suas corredeiras, canais e pedrais espraiados por cerca de 140 km. Venha com a Folha conhecer esse ambiente fluvial único e o que pode acontecer com ele, seus peixes e as populações que dependem deles

[LEGENDAS DAS DUAS FOTOS DE ABERTURA DO CAPÍTULO] Foto 1 Um dos muitos pedrais da Volta Grande Foto 2 Gelson Juruna, da Terra Indígena Paqiçamba, exibe dois acaris-zebra, uma das espécies mais valiosas de peixes ornamentais que vivem na Volta Grande do Xingu

[VIDEOLOOP COM PÁSSAROS] Após a Volta Grande, o Xingu volta a ser um rio de águas tranquilas com muitas praias, como o Tabuleiro do Embaubal

[GALERIA DE FOTOS AUDIÊNCIA PÚBLICA – LEGENDA ÚNICA PARA TODAS] Audiência pública sobre Belo Monte realizada em Altamira no ano de 2009

[SEQUÊNCIA DE FOTOS QUE COMEÇA COM MADEIRA Foto 1 Madeira de desmatamento para a construção da usina de Belo Monte Foto 2 Filhote de macaco recolhido pelas equipes de resgate da hidrelétrica

CAPÍTULO 3 – SOCIEDADE Altamira invadida

[OLHO PARA A ABERTURA DO CAPÍTULO] População urbana aumenta de 100 mil para 140 mil em dois anos e transforma cidade num caos de acidentes de trânsito, violência e carestia – mas que também vai receber milhares de casas e o saneamento básico que nunca teve. Leia nesta reportagem tudo o que se fez e deixou de fazer para atenuar o impacto da obra na vida da cidade

[LEGENDA ÚNICA PARA SEQUÊNCIA DE FOTOS DA BRIGA] Briga entre moradores de Altamira, na orla do rio Xingu

[LEGENDA ÚNICA PARA SEQUÊNCIA DA BATIDA POLICIAL] Equipe da PM paraense dá batida em um dos “baixões” (bairros de palafitas) de Altamira

[LEGENDAS PARA SEQUÊNCIA DE FOTOS DE ESGOTO, LIXO ETC] Foto 1 O esgoto das casas e do comércio é lançado diretamente no rio Xingu, hoje, pois ainda não está pronta a rede de coleta e tratamento Foto 2 O lixo se acumula debaixo das palafitas nos “baixões” de Altamira Fotos 3 e 4 Antes de ser saneado, obra que terminou em setembro, o lixão fez Altamira ficar conhecida como “cidade dos urubus” Fotos 5 e 6 Operários assentam tubulações da nova rede de coleta de esgotos na cidade Foto 7 Obra do novo hospital de Altamira, que está sendo construído no local onde antes funcionava uma Unidade de Pronto Atendimento

[LEGENDA PARA VIDELOOP DE SEU BALÃO NA BEIRA DO RIO] Antigo ribeirinho, João Benedito da Silva Balão observa o Xingu no acampamento que montou perto de onde ficava o sítio desocupado pela obra de Belo Monte

[LEGENDA ÚNICA PARA GALERIA DE CASAS] Obras para construção de conjunto de 4.100 casas que a Norte Energia está erguendo na chamada Gleba Jatobá

[LEGENDAS PARA GALERIA DAS OLARIAS] Fabricação de tijolos nas olarias do igarapé Panelas, que serão desativadas com o alagamento permanente da área

CAPÍTULO 4 - POVOS INDÍGENAS Índio não quer mesada

[OLHO NA ABERTURA DO CAPÍTULO] A licença para construir Belo Monte prevê destinar cerca de R$ 5 bilhões para obras de compensação social e ambiental, parte deles num programa para melhorar as condições de vida de nove povos indígenas na área de impacto da obra – que no entanto deixou de fora os ribeirinhos que vivem na mesma região. Acompanhe a reportagem da Folha numa viagem às terras indígenas dos jurunas e dos arauetés e à Reserva Extrativista Rio Xingu

[LEGENDA DA FOTO DE ABERTURA DO CAPÍTULO] Aritã'ihi, moradora da aldeia araueté Paratati, junto de braseiro para moquear queixadas (porcos do mato) abatidos durante travessia do rio Xingu

[LEGENDAS PARA SEQUÊNCIA DE FOTOS DE CASAS NOVAS NA ALDEIA] Fotos 1, 2, 3 e 4 Casas com paredes de tábuas de castanheira e telhas de fibrocimento construídas pela Norte Energia na aldeia araueté Paratati Foto 5 Menino da aldeia araueté Paratati se prepara para pular no rio Xingu

[SEQUÊNCIA DE FOTOS DE CASA DE RIBEIRINHOS E SERINGUEIROS] Foto 1 Interior da casa de um seringueiro na comunidade Gabiroto da Reserva Extrativista Rio Xingu

Foto 2 Casa do ribeirinho Herculano Costa Silva na Reserva Extrativista Rio Xingu Foto 3 O ribeirinho Herculano Costa Silva escova os dentes nas águas do rio Xingu

[LEGENDA ÚNICA PARA GALERIA DE FOTOS DE AUDIÊNCIA PÚBLICA] Audiência pública sobre usina de Belo Monte reúne moradores e índios de vários povos em Altamira

CAPÍTULO 5 – HISTÓRIA Quatro décadas de luta

[OLHO PARA ABERTURA DO CAPÍTULO] Belo Monte vai alagar 516 km² em áreas rurais e urbanas, bem menos que os mais de 1.200 km² previstos nas versões anteriores do projeto da hidrelétrica que motivaram forte reação de índios e repercussão internacional já nos anos 1980. Mergulhe com a Folha nesse passado de controvérsias e polêmicas que quase tornou inviável o empreendimento

[LEGENDA PARA VIDEOLOOP DO HOMEM NA BICICLETA] Marca no muro mostra o nível que o reservatório de Belo Monte no leito do Xingu alcançará em área urbana de Altamira

[LEGENDA PARA VIDEOLOOP DE SOBREVOO DOS PEDRAIS] Sobrevoo da região de pedrais na Volta Grande do Xingu, que terá vazão reduzida durante a maior parte do ano quando Belo Monte começar a operar, em 2015

[LEGENDA PARA VÍDEO DA ÍNDIA TUÍRA COM FACÃO] Imagens de 1989 da TV Cultura mostram a índia caiapó Tuíra protestando contra o engenheiro José Antônio Muniz Lopes, então funcionário da Eletronorte