Mahmud Hams - 28.july.2014/AFP

BRIGA DE GALERA

BRIGA DE GALERA

Um exército de 25 mil trabalhadores ergue no Pará a terceira maior hidrelétrica do mundo, uma obra controversa –pelo baixo rendimento da usina e pelo impacto no ambiente e nas populações de índios, ribeirinhos 5 fotos, 18 infográficos e um game– sobre o maior projeto de infraestrutura do Brasil

Capítulo 1 - Obra

Cápitulo 01

texto por: Mark Satorini— Infografia e arte xxxx

Dilma Vana Rousseff, 66, nascida em Belo Horizonte, é filha de Pedro Rousseff, um búlgaro naturalizado brasileiro, e de Dilma Jane Coimbra Silva. Tinha 16 anos quando o golpe militar depôs o presidente João Goulart. Aderiu cedo à militância política e integrou grupos de combate à ditadura. Fez parte do Colina (Comando de Libertação Nacional), que se fundiu à VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), dando origem à VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares). Aos 19 anos, foi presa em São Paulo e levada às dependências da Operação Bandeirante, onde foi torturada. Transferida para Minas Gerais e, depois, para o Rio de Janeiro, cumpriu quase três anos de prisão. Ela foi solta em 1972. Posteriormente, pediu indenização aos três

Estados. Pouco depois de ser libertada, mudou-se para Porto Alegre, onde se formou em economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Fez campanha pela Anistia em 1979 e ajudou a fundar o PDT (Partido Democrático Trabalhista) no Rio Grande do Sul. Em 1986, virou secretária da Fazenda do então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares. Na primeira eleição presidencial direta após a redemocratização, em 1989, fez campanha para Leonel Brizola. No segundo turno, apoiou Lula. Dilma presidiu a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul e, em seguida, assumiu a Secretaria de Energia do Estado. Rompeu com o PDT e, em 2001, filiou-se ao PT. Com a eleição de Lula para a Presidência em 2002, foi chamada para integrar a equipe de transição. Em 2003, assumiu o Ministério de Minas e Energia. Em 2005, quando José Dirceu deixou o Ministério da Casa Civil devido a seu envolvimento com o escândalo do mensalão, Dilma assumiu a pasta. Em abril de 2009, Dilma anunciou que tinha câncer linfático. A doença foi tratada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com sessões de quimioterapia. Em 2010, elegeu-se presidente da República, derrotando o tucano José Serra no segundo turno.

Estados. Pouco depois de ser libertada, mudou-se para Porto Alegre, onde se formou em economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Fez campanha pela Anistia em 1979 e ajudou a fundar o PDT (Partido Democrático Trabalhista) no Rio Grande do Sul. Em 1986, virou secretária da Fazenda do então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares. Na primeira eleição presidencial direta após a redemocratização, em 1989, fez campanha para Leonel Brizola. No segundo turno, apoiou Lula. Dilma presidiu a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul e, em seguida, assumiu a Secretaria de Energia do Estado. Rompeu com o PDT e, em 2001, filiou-se ao PT. Com a eleição de Lula para a Presidência em 2002, foi chamada para integrar a equipe de transição. Em 2003, assumiu o Ministério de Minas e Energia. Em 2005, quando José Dirceu deixou o Ministério da Casa Civil devido a seu envolvimento com o escândalo do mensalão, Dilma assumiu a pasta. Em abril de 2009, Dilma anunciou que tinha câncer linfático. A doença foi tratada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com sessões de quimioterapia. Em 2010, elegeu-se presidente da República, derrotando o tucano José Serra no segundo turno.

Editoria de Poder/Folhapress

Dilma sai do comitê bla bla

Editoria de Poder/Folhapress

Dilma sai do comitê bla bla

Editoria de Poder/Folhapress

Dilma sai do comitê bla bla

Estados. Pouco depois de ser libertada, mudou-se para Porto Alegre, onde se formou em economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Fez campanha pela Anistia em 1979 e ajudou a fundar o PDT (Partido Democrático Trabalhista) no Rio Grande do Sul. Em 1986, virou secretária da Fazenda do então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares. Na primeira eleição presidencial direta após a redemocratização, em 1989, fez campanha para Leonel Brizola. No segundo turno, apoiou Lula. Dilma presidiu a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul e, em seguida, assumiu a Secretaria de Energia do Estado. Rompeu com o PDT e, em 2001, filiou-se ao PT. Com a eleição de Lula para a Presidência em 2002, foi chamada para integrar a equipe de transição. Em 2003, assumiu o Ministério de Minas e Energia. Em 2005, quando José Dirceu deixou o Ministério da Casa Civil devido a seu envolvimento com o escândalo do mensalão, Dilma assumiu a pasta. Em abril de 2009, Dilma anunciou que tinha câncer linfático. A doença foi tratada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com sessões de quimioterapia. Em 2010, elegeu-se presidente da República, derrotando o tucano José Serra no segundo turno.

Dilma Vana Rousseff, 66, nascida em Belo Horizonte, é filha de Pedro Rousseff, um búlgaro naturalizado brasileiro, e de Dilma Jane Coimbra Silva. Tinha 16 anos quando o golpe militar depôs o presidente João Goulart. Aderiu cedo à militância política e integrou grupos de combate à ditadura. Fez parte do Colina (Comando de Libertação Nacional), que se fundiu à VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), dando origem à VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares). Aos 19 anos, foi presa em São Paulo e levada às dependências da Operação Bandeirante, onde foi torturada. Transferida para Minas Gerais e, depois, para o Rio de Janeiro, cumpriu quase três anos de prisão. Ela foi solta em 1972. Posteriormente, pediu indenização aos três Estados. Pouco depois de ser libertada, mudou-se para Porto Alegre, onde se formou em economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Fez campanha pela Anistia em 1979 e ajudou a fundar o PDT (Partido Democrático Trabalhista) no Rio Grande do Sul. Em 1986, virou secretária da Fazenda do então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares. Na primeira eleição presidencial direta após a redemocratização, em 1989, fez campanha para Leonel Brizola. No segundo turno, apoiou Lula. Dilma presidiu a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul e, em seguida, assumiu a Secretaria de Energia do Estado. Rompeu com o PDT e, em 2001, filiou-se ao PT. Com a eleição de Lula para a Presidência em 2002, foi chamada para integrar a equipe de transição. Em 2003, assumiu o Ministério de Minas e Energia. Em 2005, quando José Dirceu deixou o Ministério da Casa Civil devido a seu envolvimento com o escândalo do mensalão, Dilma assumiu a pasta. Em abril de 2009, Dilma anunciou que tinha câncer linfático. A doença foi tratada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com sessões de quimioterapia. Em 2010, elegeu-se presidente da República, derrotando o tucano José Serra no segundo turno.

"Caso precise de alguma frase durante o texto"

Dilma Vana Rousseff, 66, nascida em Belo Horizonte, é filha de Pedro Rousseff, um búlgaro naturalizado brasileiro, e de Dilma Jane Coimbra Silva. Tinha 16 anos quando o golpe militar depôs o presidente João Goulart. Aderiu cedo à militância política e integrou grupos de combate à ditadura. Fez parte do Colina (Comando de Libertação Nacional), que se fundiu à VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), dando origem à VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares). Aos 19 anos, foi presa em São Paulo e levada às dependências da Operação Bandeirante, onde foi torturada. Transferida para Minas Gerais e, depois, para o Rio de Janeiro, cumpriu quase três anos de prisão. Ela foi solta em 1972. Posteriormente, pediu indenização aos três Estados. Pouco depois de ser libertada, mudou-se para Porto Alegre, onde se formou em economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Fez campanha pela Anistia em 1979 e ajudou a fundar o PDT (Partido Democrático Trabalhista) no Rio Grande do Sul. Em 1986, virou secretária da Fazenda do então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares. Na primeira eleição presidencial direta após a redemocratização, em 1989, fez campanha para Leonel Brizola. No segundo turno, apoiou Lula. Dilma presidiu a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul e, em seguida, assumiu a Secretaria de Energia do Estado. Rompeu com o PDT e, em 2001, filiou-se ao PT. Com a eleição de Lula para a Presidência em 2002, foi chamada para integrar a equipe de transição. Em 2003, assumiu o Ministério de Minas e Energia. Em 2005, quando José Dirceu deixou o Ministério da Casa Civil devido a seu envolvimento com o escândalo do mensalão, Dilma assumiu a pasta. Em abril de 2009, Dilma anunciou que tinha câncer linfático. A doença foi tratada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com sessões de quimioterapia. Em 2010, elegeu-se presidente da República, derrotando o tucano José Serra no segundo turno.

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